O primeiro post é sempre o primeiro post

“E eu quero as cores e os colírios, meus delírios…estou ligada num futuro blue.”

Oi pessoal! Meu nome é Maya Marques, tenho 20 anos. Não sou tão nova na blogosfera (se é que alguém ainda usa esse termo) já tive um blog que comecei em 2010 com 15 anos e durou até 2013. O blog chamava “Eu quero tudo!”, para o caso de você ser curioso o suficiente para jogar no Google. Eu poderia colocar o link aqui? Poderia. Mas estou me desapegando do passado (ui!) hahahah.

2015-09-07 20.14.00

Enfim, aos poucos fui abandonando meu antigo blog por falta de tempo para postar – foi na época que eu entrei na faculdade de Publicidade e no Teatro no mesmo ano e a minha rotina era tipo, UOW, PRECISO DE TEMPO PRA RESPIRAR – e depois tive muita preguiça de voltar. Agora decidi começar do zero, até porque eu não me interesso mais pelas mesmas coisas, portanto não vai ser o mesmo tipo de conteúdo. Claro, qualquer blog ou texto que eu escreva vai ter sempre o meu jeitinho, mas convenhamos: eu não tenho mais dezessete anos. Não que eu seja suuuuper madura, longe de mim afirmar isso, hahah. É só que o meu foco agora é um pouquinho diferente.

E isso já puxa um gancho para o nome desse blog, url, site, endereço de web em que você está situado. Mas que pra mim, é um pedacinho do meu mundo que estou disposta a dividir com outras pessoas. O nome é o título de uma música cantada pela Elis Regina, que na verdade se chama 20 anos blues. É uma música linda que fala dos dramas de qualquer jovem de vinte e poucos anos, todas as pressões da vida adulta, todas as cobranças de si próprio para se tornar quem um dia sonhou. Enfim, é uma música que tem a ver com o atual momento da minha vida e acredito que com alguns de vocês, porque não existe nenhum sentimento exclusivo a uma única pessoa.

Ás vezes a gente sofre por coisas bobas, mas que tem um significado enorme para nós. E nos esquecemos das outras pessoas espalhadas por esse vasto mundo que sentem as mesmas angústias. Os mesmos desejos frustados. As mesmas paixões desesperançadas. E muitos sentimentos bons também. E é isso que é legal de ter blog: compartilhar coisas (nem que seja uma receita de bolo) e receber retorno em comentários e opiniões. Só que de um jeito um pouco menos zueira do que no Facebook. Bacana é saber que o que eu escrevo tem algum efeito nas pessoas.

Eu poderia escrever para mim mesma? É claro que eu poderia, porque escrever é uma coisa que eu amo. Nunca parei, mesmo distante do blog. Tenho uma pasta no meu computador só de textos que escrevi. E tenho um diário. Sim, sou uma mulher adulta e tenho um diário, e daí? Tive diários a minha vida inteira, e além do blog também já escrevi muita fanfic do RBD e do HSM – me julguem. Mas além de escrever, eu gosto de saber em que proporção as minhas palavras afetam as outras pessoas. Se eu não pudesse mudar ou mexer com o pensamento de alguém não teria tanta graça. Eu quero compartilhar um pouco de mim com vocês, porque somos todos tão parecidos – embora às vezes achemos que somos o centro do universo – e ao mesmo tempo, tão singulares.

Bom, o que era para ser um textinho de apresentação acabou virando uma auto-biografia cheia de filosofias. Então é melhor eu parar por aqui antes que eu comece a perguntar “de onde viemos? para onde vamos?”, hahah. Espero vocês nos próximos posts desse blog que mal conheço e já considero pacas. Mil beijos!

P.S.: Saudades fanfics do orkut (que na época eram chamadas de web-novelas).

P.S.2: Me sigam nas redes sociais (é chato pedir isso, mas ser chata é uma coisa na qual eu sou muito boa).

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